Roubado

sexta-feira, abril 15, 2011

Roubado daqui.


"Já perdoei erros quase imperdoáveis,

tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.

Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!

Viva!!

Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante."



                                                                                                                               Augusto Branco 


Eu já ri, já chorei, já caí já me levantei.
Já me dei sem querer nada em troca e já desesperei por nada receber.
Errei, acertei, gostei, odiei.
Já chorei por ver um sorriso, já ri de tanto chorar e já chorei de tanto rir.
Amaldiçoei e abençoei a minha vida, a minha história, o que foi, o que sou o que seria.
Já perdi, já ganhei, saí derrotada mas também vitoriosa.
Quis o mundo, e quis desistir do mundo.
Já sonhei, já desesperei por os sonhos não passarem disso mesmo, sonhos.

Já lutei, já me agarrei às minhas forças porque "enquanto houver estrada para anda a gente vai continuar", e eu vou andando e andando, caindo e levantando, rindo e chorando, sonhando e acordando, querendo e desejando, porque nestas histórias de se viver a última cartada não é a nossa, é a do destino. Por mais que joguemos, a última jogada não é a nossa. Contudo está nas nossas cartas, nas nossas mãos o necessário para fazermos do tempo que cá andamos um bom jogo, e que saímos vitoriosos dele, mesmo que a última cartada não seja a nossa.

O ditado diz que a vida são dois dias.Um dia já se foi no momento em que nasci, o segundo não sei quando vai acabar. Sei contudo, que gosto do segundo dia da minha vida, e que do segundo dia da minha vida, quero viver e ir vivendo, quero ir rindo e chorando, sentir as minhas emoções e dar de mim a quem de mim merece e precisa. Quero viver a adrenalina, quero sentir a calma. Quero dançar e cantar, rir e falar. Quero ler e escrever, quero sonhar quero aproveitar e desfrutar dos pequenos e dos grandes momentos que o segundo dia me dá.

E já diz a música "life is life"


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