terça-feira, novembro 27, 2012

Transbordo

E veio a gota de água que fez o copo transbordar.


ipt.olhares.com

sexta-feira, novembro 23, 2012

Ano Novo

Para mim hoje é dia de Ano Novo. Faço a módica idade de 32 anos.
Para desejos de Ano Novo, peço apenas alguma felicidade e alguma sorte. Se alguns dos meus desejos se realizarem, serei concerteza uma pessoa um mais feliz.


terça-feira, novembro 20, 2012

Optimus

Não sou paga para fazer publicidade, mas adoro o anúncio de Natal da Optimus.
Colocar os Moonspell com velhotes em locais onde Judas perdeu as botas e ter imaginação e ser criativo.
E o Roberto Leal a tocar bombo????

segunda-feira, novembro 19, 2012

Hora do Vitinho (159)

Gadelhas

Julgo que a maior parte das pessoas deixa a gadelha (cabelo) crescer durante o Inverno, para aquecer as orelhas e o pescoço.
Já eu, ando sempre com as orelhas e o pescoço menos quente. E hoje não foi excepção: "decidida" a cortar as pontas, acabei por cortar uns quatro dedos de cabelo, e a gadelha ficou "a meio" do pescoço, mas comprido à frente do que atrás.
Eu juro que tento imensas vezes deixar o cabelo crescer, mas não dá. Perde volume, "cola-se" à cabeça, as pontas reviram todas, acho que fico com a cara bem mais magra e mais comprida...enfim, sofro dramas "gadelhares", se é que me fiz entender.


domingo, novembro 18, 2012

Hora do Vitinho (158)

Pachachinha

Pega-se na máquina fotográfica, agarra-se na mãe, põem-se os "modelos" a jeito e faz-se o seguinte:
"Vá mãe!!!!Diz pa...cha...chi...nha para te rires e ficares na bem na foto!!!"
"Pa...cha...chi...nha!!"
E eu parto-me a rir que nem uma perdida.
O modelo mãe fica bem na foto ( é muito fotogénica ), enquanto que eu perdida de riso fiquei mal mal mal!!

sábado, novembro 17, 2012

Espécie de resolução

À beira de fazer 32 anos dou por mim a pensar em comprar um creme anti rugas para os olhos. Não que tenha muitas rugas (sou muito abençoada pela boa pele que tenho), mas porque sim.
Terá que ser coisa barata para eu não me autoflagelar pelas diversas formas de preguicite aguda de que sofro para gastar uns minutos a "besuntar" e a limpar a cara. A desculpa para a preguicite nesta altura do ano é sempre:
"Está um frio do caraças e vou eu pôr coisas frias na cara????Está tudo doido!!!"

Ideal mesmo era encontrar uma promoção do género leve 3 e pague 2. Provavelmente iriam fazer companhia na prateleira aos outros cremes, leite de limpeza e anti-olheiras. Eu tenho tudo, mas não uso nada

Talvez faça disto uma espécie de resolução de ano novo.
A ver vamos....


 

Enfarda brutos

Ganhei o hábito de comer marmelada com bolachas.
Mesmo marmelada com bolachas: um camadão de marmelada para cada duas bolachas maria.
E em minutos devoro um pacote de bolachas com marmelada.

sexta-feira, novembro 16, 2012

Popota 2012

Na minha opinião a bicha este ano está mais composta.
Fico contente, nos últimos anos tenho visto muita chicha e muitos "movimientos sexy's" na Popota.


quinta-feira, novembro 15, 2012

Romantismo

Se um dos cúmulos do romantismo é puxar o autoclismo e imaginar as ondas do mar, outro dos cúmulos é este:
Ahahahahahahaha

Uma fotografia por dia (21)



Façamo-nos ouvir mas sem uso à violência.
Contestemos sem uso à violência.
Reivindiquemos da mesma forma.


Sobre a manifestação de ontem

Repugno todo e qualquer tipo de violência. Violência gera mais violência e gera o caos social.
Repugno os mentores dos actos de ontem, as pessoas de cara tapada, os miúdos que estavam em frente à AR cujo objectivo era atiçar os ânimos.
Depois de mais de uma hora a arremessarem objectos contra a polícia, outra coisa não seria de esperar. Por muito que não se queira a polícia viu-se obrgada a intervir. E não serve de nada as expressões "venham para  o nosso lado", ou "a polícia é do povo". As forças de segurança por muito que não o desejem são obrigadas a intervir e a fazerem-se mostrar. Caso não o façam estão sujeitos a processos disciplinares, suspensões e muitas outras coisas.

Tenho apenas pena das pessoas que foram apanhadas nas bastonadas que não fizeram mal, das pessoas que levaram com os pedras do passeio em ricochete, de todos os profissionais que sofreram.

Quanto aos mentores do pavoroso e repugnante acto de ontem, deixem de ser cobardes e mostrem a cara. Um verdadeiro lutador mostra e dá a cara pela luta, não se esconde atrás de máscaras, de camisolas ou de lenços e não incita à violência e ao caos.

Portanto, actos destes são para mim inqualificáveis e repugnantes. Não têm qualquer justificação, são vergonhosos, desprovidos de bom senso e de atitude. Incitam ao ódio.

Manifestem-se, façam greves, façam-se ouvir, mas não assim. O caminho para o diálogo e para a solução e um futuro não passa nunca por estes actos.
Não compactuo e não concordo com actos extremistas, sejam encabeçados por grupos, partidos, movimentos.


terça-feira, novembro 13, 2012

O "hotel de Vale e Azevedo"

Quer-me parecer que Vale e Azevedo e a sua advogada pretendiam que a sua cela fosse um hotel, ou num hotel.
Temos pena, mas é o que há por cá e mesmo que seja "bera" (como é que um advogado diz "bera" à comunicação social???), os outros "dignos" hóspedes do EPL, devem estar em hotéis iguais. Assim sendo, não há lugar a reclamações. Pode não ser um "Marriot" das prisões, mas também não é a Pensão Estrela.

segunda-feira, novembro 12, 2012

Uma fotografia por dia (20)


Estátua de D. Pedro IV no Rossio de luto.

“Ich Bin Ein Berliner”

Sabiam que a Alemanha teve a sua dívida perdoada em 2005?
Eu não me lembrava.

sábado, novembro 10, 2012

Casamentos

Em conversa disse que acha as músicas das entradas das noivas demasiado banais. Apesar da marcha nupcial e da Avé Maria serem muito bonitas, são mais do mesmo. Para mim tornaram-se banais.

Por mim se eu me casr a música que quero ter na minha entrada no local é o Say a little prayer da Aretha Franklin.
Simples, linda, fantástica e maravilhosa.

Não sei se a igreja permite, mas eu sou moça de me querer casar pelo civil. Logo deduzo que não entraves quanto à escolha da música.


sexta-feira, novembro 09, 2012

Carta a Isabel Jonet

Gostava de lhe perguntar sobre o facto de o número de famílias que pedem ajuda ao Banco Alimentar Contra a Fome estar a aumentar a olhos vistos.
A meu ver, o problema não é o facto de se comer menos bifes. Esse é um mal menor.
O problema (pelo menos) o meu é esta frase, que resume o pensamento da Presidente do BA:
"Cá em Portugal podemos estar mais pobres, mas não há miséria"
 

Num país em crise, e à beira do colapso financeiro e social estas são as últimas declarações que a presidente do BA poderia e deveria fazer.

Estas palavras não podem e não devem ficar impunes.
A ser verdade que esta é uma questão política, só fica mal à senhora. Não se mistura o trigo com o joio, e até o mais ignorante sabe o caos social em que o país se encontra.
Se a senhora não souber, que vá dar um passeio pela baixa e que observe o número de pedintes e o quanto aumentaram.
E se isso não é miséria, nem o aumento das pessoas que recorrem, ao BA, à Cáritas e todas as Instituições de Solidariedade, Igrejas e semelhantes, questiono sobre o que é a miséria. A questão é que por enquanto a nossa miséria ainda vai sendo dissimulada, mas isso não quer dizer que não exista. Infelizmente existe e todos os dias vai aumentando e fazer-se notar cada vez mais. E para se saber este facto não é preciso ser-se presidente de nada, ou ter-se um bom cargo, um bom estudo. Para se saber, basta apenas ver as notícias em qualquer um dos canais generalistas.

Façam-se as petições necessárias para a sua demissão e exiga-se um pedido de desculpas público. Todos somos merecedores de o ouvir, estando na miséria ou não.

Carta aberta - Uma canja para a Jonet

Caríssima Isabel Jonet,

gostaríamos de lhe dizer frontalmente, com o mínimo de mediações, que o nível das suas declarações é aviltante, sobretudo para aqueles com quem se diz preocupar e em nome dos quais desfruta o brunch da beneficência. Queremos dizer-lhe, antes de lhe devolver cada um dos insultos para citar nas vernissages, que o movimento que lhe escreve luta sobretudo para que ninguém se habitue ao empobrecimento. O nosso combate, todos os dias, é pelo pleno emprego e pela justa distribuição do trabalho, única via que identificamos para não ter que contar com o seu negócio a cada vez que falta capital ao mês. Fala-lhe um grupo de pessoas, jovens e menos jovens, desempregados, precários, sub-empregados, gente que se empenha quotidianamente para derrotar quem, como a senhora e a Merkel, insiste em mascarar de caridade o saque que estão a fazer às nossas vidas.

Sabemos que preside à Federação Europeia dos Bancos Alimentares Contra a Fome, posição que ocupa desde Maio de 2012, e que a sua influência aumenta na proporção da miséria nos vai impondo. Sabemos que é rica e privilegiada e nunca falou da fome com a boca vazia. Sabemos que sabe que não falta miséria para alimentar de matéria-prima a sua fábrica. Sabemos que olha para os pobres com desdenho, nojo, pena. Sabemos que na hora de fazer a contabilidade aquilo que a move é a sua canja, o seu ceviche, não o caldo dos outros.

Afirma que vamos ter que "reaprender a viver mais pobres", quando a senhora só sabe o que é viver mais rica, que "vivíamos muito acima nas nossas possibilidades" quando é sua excelência que tem vivido às nossas custas, que "há necessidade permanente de consumo, de necessidade permanente de bens para a satisfação das pessoas" quando em nenhum momento da sua vida a falta de verba lhe deu tempo para ganhar água na boca. Atira-nos à cara, com a lata da Chanceler, que os seus filhos "lavam os dentes com a torneira a correr" e que se nós "não temos dinheiro para comer bifes todos os dias, não podemos comer bifes todos os dias", quando cada vez mais o problema das pessoas é ter casa onde os filhos possam lavar os dentes e onde os bifes nunca ganharam a tradição dos que são fritos no conforto das Arcádias. Em tempos sombrios, poucos provaram o lombinho do seu talho predilecto, aquele que sempre visita com generosidade, antes dos fins-de-semana que costuma fazer com requinte, no crepúsculo alentejano.

Deixe-nos explicar que enquanto pensava que à sua volta "estava tudo garantido, alguém havia de pagar", éramos nós, os nossos pais e avós, que lhe aviavam a mesada. Perceba que a cada momento em que delira com a cegueira de que "cá em Portugal podemos estar mais pobres, mas não há miséria", abastece-se à confiança do nosso fiado e das nossas dores de barriga. Entenda, que o tamanho dos seus disparates não abafa os murmúrios da pobreza e a miséria. Deixe-nos dizer que um milhão e meio de desempregados, com a fome e a subnutrição visível das urgências dos hospitais às cantinas das escolas públicas, a cólera já sobra às páginas dos jornais do dia. Deixe-nos dizer-lhe que o tempo não é de substituir o "Estado Social" pelo "Estado de Caridade", mas de pelo menos ter tanto cuidado com os pobres como com aquilo que se diz.

Pode caluniar os nossos pais, que nem o histerismo fútil com que os brinda não a torna capaz de encontrar exemplo de quem troque a bucha pela ida ao Super-Rock. Pode gritar, sem sequer dar ao luxo do fôlego, que eles "não souberam educar os filhos", que a cada desabafo nos permite desvendar um pouco mais o véu das suas intenções, da origem do seu soldo.

O seu mundo, caríssimo Jonet, é um decalque da propaganda do Governo, um corpo torpe atirado à máfia de capatazes e dos carcereiros, aqueles que lhes têm ajudado a arranjar mais e mais margem de lucro no plano financeiro da sua pérfida empresa.

O mundo de Jonet é o mundo da classe dominante, do privilégio, da riqueza, do poder desmesurado, dos estereótipos que ajudam a lavar o sangue que lhe escorre das unhas. No mundo de Jonet, as PPPs, os submarinos, a exploração, o assalto dos governantes, são propaganda subversiva ao serviço de gente acomodada, inútil, descartável. No mundo de Jonet "não existe miséria" como "em Portugal", não é assim? Em suma, no mundo de Jonet não se vive o que é preciso para se ganhar um pingo de vergonha.

Se estiver disponível, teríamos todo o gosto em entregar-lhe esta carta em mãos.

Sem cordialidade mas com muito mais educação,

Seus detractores,

O Movimento Sem Emprego.



Uma fotografia por dia (19)


Aqui a escrita em bom Português, para mim é irrelevante.

Pequeno prazer

Um dos pequenos prazeres que tenho é andar por ai com a máquina fotográfica e usá-la ao "calhas".
Fotografar por aqui, por ali, a preto e branco ou a cores.
Sabe-me bem quando vejo as fotos e digo "olha que esta foto ficou muito bem".

quarta-feira, novembro 07, 2012

Carta Aberta

CARTA ABERTA A ANGELA MERKEL


Cara chanceler Merkel,
Antes de mais, gostaríamos de referir que nos dirigimos a si apenas como chanceler da Alemanha. Não votámos em si e não reconhecemos que haja uma chanceler da Europa. Nesse sentido, nós, subscritores e subscritoras desta carta aberta, vimos por este meio escrever-lhe na qualidade de cidadãos e cidadãs. Cidadãos e cidadãs de um país que pretende visitar no próximo dia 12 de Novembro, assim como cidadãos e cidadãs solidários com a situação de todos os países atacados pela austeridade. Pelo carácter da visita anunciada e perante a grave situação económica e social vivida em Portugal, afirmamos que não é bem-vinda. A senhora chanceler deve ser considerada persona non grata em território português porque vem, claramente, interferir nas decisões do Estado Português sem ter sido democraticamente mandatada por quem aqui vive.

Mesmo assim, como o nosso governo há algum tempo deixou de obedecer às leis deste país e à Constituição da República, dirigimos esta carta directamente a si. A presença de vários grandes empresários na sua comitiva é um ultraje. Sob o disfarce de "investimento estrangeiro", a senhora chanceler trará consigo uma série de pessoas que vêm observar as ruínas em que a sua política deixou a economia portuguesa, além da grega, da irlandesa, da italiana e da espanhola. A sua comitiva junta não só quem coagiu o Estado Português, com a conivência do governo, a privatizar o seu património e bens mais preciosos, como potenciais beneficiários desse património e de bens públicos, comprando-os hoje a preço de saldo.

Esta interpelação não pode nem deve ser vista como uma qualquer reivindicação nacionalista ou chauvinista – é uma interpelação que se dirige especificamente a si, enquanto promotora máxima da doutrina neoliberal que está a arruinar a Europa. Tão pouco interpelamos o povo alemão, que tem toda a legitimidade democrática para eleger quem quiser para os seus cargos representativos. No entanto, neste país onde vivemos, o seu nome nunca esteve em nenhuma urna. Não a elegemos. Como tal, não lhe reconhecemos o direito de nos representar e menos ainda de tomar decisões políticas em nosso nome.

E não estamos sozinhos. No próximo dia 14 de Novembro, dois dias depois da sua anunciada visita, erguer-nos-emos com outros povos irmãos numa greve geral que inclui muitos países europeus. Será uma greve contra governos que traíram e traem a confiança depositada neles pelas cidadãs e cidadãos, uma greve contra a austeridade conduzida por eles. Mas não se iluda, senhora chanceler. Também será uma greve contra a austeridade imposta pela troika e por todos aqueles que a pretendem transformar em regime autoritário. Será, portanto, uma greve também contra si. E se saudamos os nossos povos irmãos da Grécia, de Espanha, de Itália, do Chipre e de Malta, saudamos também o povo alemão que sofre connosco. Sabemos bem que o Wirtschaftswunder, o “milagre económico” alemão, foi construído com base em perdões sucessivos da dívida alemã por parte dos seus principais credores. Sabemos que a suposta pujança económica alemã actual é construída à custa de uma brutal repressão salarial que dura há mais de dez anos e da criação massiva de trabalho precário, temporário e mal-remunerado, que aflige boa parte do povo alemão. Isto mostra também qual é a perspectiva que a senhora Merkel tem para a Alemanha.

É plausível que não nos responda. E é provável que o governo português, subserviente, fraco e débil, a receba entre flores e aplausos. Mas a verdade, senhora chanceler, é que a maioria da população portuguesa desaprova cabalmente a forma como este governo, sustentado pela troika e por si, está a destruir o país. Mesmo que escolha um percurso secreto e um aeroporto privado, para não enfrentar manifestações e protestos contra a sua visita, saiba que essas manifestações e protestos ocorrerão em todo o país. E serão protestos contra si e aquilo que representa. A sua comitiva poderá tentar ignorar-nos. A Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu podem tentar ignorar-nos. Mas somos cada vez mais, senhora Merkel. Aqui e em todos os países. As nossas manifestações e protestos terão cada vez mais força. Cada vez conhecemos melhor a realidade. As histórias que nos contavam nunca bateram certo e agora sabemos serem mentiras descaradas.

Acordámos, senhora Merkel. Seja mal-vinda a Portugal.
 
 
 

Alivio

Obama foi reeleito.
Sinto-me aliviada pelo facto de a maior potência armada do mundo continuar a ser presidida por alguém coerente.

terça-feira, novembro 06, 2012

Então, mas pega-se no dinheirinho dos reformados e nos descontos dos trabalhadores e aplicam-se em acções? Depois vem-se a saber que o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social perdeu 1.5 milhões de euros??
Não podiam colocar o nosso dinheirinho em depósitos a prazo, obrigações, certificados de aforro?

Já agora....isto não pode ser punido por lei??
Por exemplo por Gestão danosa, fraude, burla.

segunda-feira, novembro 05, 2012

Uma fotografia por dia (18)

No Barreiro, existe um jardim onde os bancos estão escritos com excertos de poemas .
(2ª e última parte).





Vinhos

Neste fim-de-semana bebi este vinho tinto, de reserva 2009. E recomendo vivamente.
Se forem apreciadores de um bom vinho, a minha humilde pessoa (que não é enóloga, não tem um palato que disseca os 1001 sabores que os vinhos têm, acha que a côr tem algumas variações, mas que gosta de beber um bom vinho) aconselha este que é divinal. Não é barato mas é um vinho fantástico.

sexta-feira, novembro 02, 2012

Uma fotografia por dia (17)

No Barreiro, existe um jardim onde os bancos estão escritos com excertos de poemas .
(parte 1)





quinta-feira, novembro 01, 2012

Uma fotografia por dia (16)

Em vez de uma, hoje ponho várias fotografias.
Tive a oportunidade de ver ao perto e de entrar no Navio Escola Sagres, que esteve aberto ao público ontem e hoje.













© Brainstorming
Maira Gall