Kafka à beira mar

quarta-feira, novembro 27, 2013

"Sou livre. Fecho os olhos e penso com toda a minha força na minha nova condição, ainda que não esteja bem certo do que significa. Tudo o que sei é que estou completamente sozinho. Desterrado numa terra desconhecida, como um explorador solitário sem bússola nem mata. Será isto a liberdade?Não sei, confesso, e às tantas desisto de penar nisso."

Mencionei aqui, de que me iria "estrear" a ler Murakami.
Não estou a ler o livro depressa ou a devorá-lo, porque me parece ter que ser daquelas leituras que devem ser desfrutadas e "percebidas". Sendo eu pessoa de romances históricos/realistas/que me façam ir ao google pesquisar determinada data, pessoa ou assunto para perceber mais e melhor sobre o que estou a ler, "experimentar" uma leitura completamente oposta é como que entrar numa outra dimensão.

Contudo, esta outra dimensão está a ser agradável. O estar a ler "aos poucos", faz-me querer absorver e entender as simbologias e analogias que o livro tem e que me deixam deliciada, que na minha opinião se "encaixam" em qualquer um de nós.

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