Conchita

domingo, maio 11, 2014

Admito que fiquei boquiaberta quando vi a Conchita na Eurovisão. Quer queiramos ou não, há que admitir que uma mulher barbuda não é pão nosso de cada dia. Pelo menos o meu de certeza que não é. Mas passado o espanto e após saber da sua vitória na Eurovisão e ver algumas reportagens, admito que a vitória de uma pessoa sui generis como esta, não só vem chocar mentalidades, mas como também nos deixa o alerta para a igualdade. Para a igualdade na diferença. Para a tolerância. Para a não homofobia, seja ela de que tipo for. 

E há que dar o seu a seu dono: a Conchita Wurst mostrou ter um belo de cojones no sítio. Mostrar-se tal como é perante toda a Europa, assumir que não vai mudar de sexo, ser a bandeira dos homossexuais e transgéneros, não é para qualquer um, é para quem os tem (cojones), e no sítio.

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