Sobre a greve

segunda-feira, junho 17, 2013

Não me venham com ilusões sobre que a maioria dos alunos realizaram o exame nacional de Português. Nessa eu não caio. Nem nessa estatística nem em nenhuma que seja dada pelo "governo". Aliás, entendo bem as razões da greve e não conheço nenhum professor que seja a favor das 40 horas lectivas, nem que vá na conversa de Nuno Crato. Nem eu vou na conversa, quanto mais os professores.

E nem esperava que a data do exame nacional fosse alterada. Primeiro porque o exame já está calendarizado há muito tempo (e os restantes também), segundo porque o governo não cedia de maneira alguma ao "capricho" dos sindicatos para que a greve fosse alterada.

Mas confesso que se fosse aluna do secundário e me visse impedida de realizar o meu exame de Português, não iria achar a menor graça à coisa. Pois que foi remarcado, pois que existe segunda fase (no meu tempo existia 1ª e 2ª chamada na primeira fase), mas pois que existiram muitos miúdos a preparem-se para o dito, que esquematizaram os estudos para os exames nacionais e que por estas entidades não cederem nem de um lado nem do outro, se lixaram à grande.

Essa é que é essa.

70% dos alunos realizaram o exame???
(Exames irregulares não contam como exames nem aqui, nem na China. Só prejudica os alunos e descredibiliza ainda mais o "governo").

You Might Also Like

2 comentários

Popular Posts

Subscribe