quinta-feira, março 26, 2015

Extravasam-se

Extravasam-se todos os limites do bom-senso jornalístico, quando se lê um título como este....


Eu esperava ler um título estupidamente sensacionalista e de um elevado mau gosto, no Correio da Manhã ou no Sol. Nunca esperei ler tal estupidez no Expresso.
Além disso, há que ter um mínimo de respeito para com a família, que infelizmente está a sofrer com tudo isto.

Para mim, as ilações que se devem tomar deste acidente são bastante simples: sim, mudarem-se as regras relativamente ao número de tripulantes que deve estar em permanência no cockpit, e avaliar psicologicamente pessoas que têm profissões de elevado risco e de desgaste rápido como estas. Tivesse  a German Wings feito a avaliação psicológica de Andreas Lubtiz, que pelos vistos interrompeu a formação há uns anos devido a um colapso nervoso, provavelmente teriam sido evitadas 150 mortes. Podia não ser piloto, mas se calhar nesta 3 feira, não teriam morrido 150 pessoas.

5 comentários

  1. Dizem que ...estava doente
    ataques de pânico, depressão grave
    não devia voar, ou seja...nunca deveria
    ter passado nos testes médicos.
    é triste...

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    1. Espero que sirva para que as companhias incluírem nas suas avaliações a parte psicológica...

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  2. não é possível esconder a uma companhia aérea a condição de doença
    de um piloto. as aptidões de um piloto são periodicamente testadas
    com todo o tipo de testes, não só médicos, como outros de carácter
    técnico.

    não é possível "estar com baixa" e esconder o fato à Lufthansa.
    as baixas médicas são automaticamente enviadas para a entidade
    empregadora. não entendo as contradições deste caso.
    tenho experiência na aviação de largos anos.

    neste caso; muitos prós, muitos contras.
    certos fatos relatados não PODEM ser verdadeiros.
    IMPOSSÍVEL.

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